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Portugal: Eleições: PS tem obrigação de acompanhar mais e melhor o sector hortícola

O cabeça de lista do PS pelo Porto, Francisco Assis, afirmou ontem que o seu partido "tem a obrigação de acompanhar mais e melhor" a horticultura, área com "grande importância económica" para Portugal.

A declaração de Francisco Assis surgiu à margem de uma reunião com horticultores da zona da Póvoa de Varzim e Esposende onde estes se queixaram que o sector poderá desaparecer dentro de poucos anos, caso o futuro Governo não o "apoie e incentive".

É que os actuais produtores têm entre os "40 a 50 anos" e os mais novos não se mostram empenhados em prosseguir um negócio que "não atinge rentabilidade, nem para pagar os custos de produção", sublinharam.

Como exemplo, os agricultores presentes denunciaram que um quilo de tomate é pago ao produtor a 15 cêntimos, sendo que depois é vendido ao consumidor final a um euro.

Isto é "inadmissível", lamentaram.

À Lusa, Assis reconheceu que esta é uma área económica e social "muito importante" e com um "grande relevo social", que carece de "mais investimento e de mais atenção".

Entre a freguesia de Aguçadoura, na Póvoa de Varzim, e Apúlia, em Esposende, há cerca de 2000 empresários agrícolas que movimentam cerca de 50 milhões de euros por ano, numa actividade onde trabalham mais de 10 mil pessoas.

Os dirigentes da Horpozim (Associação Horticultores da Póvoa Varzim) lembraram ainda que "60 por cento" do que produzem é canalizado para o mercado galego, em Espanha, razão pela qual consideram que este é um sector "com grande potencial" e que pode ser "muito competitivo".

Só que, nos últimos anos, a horticultura "estagnou", lamentaram.

Os agricultores presentes acusaram ainda as pessoas que estão nos serviços públicos ligados a esta área de desconhecer "a realidade dos produtores e as especificidades das zonas de produção", nomeadamente da Póvoa de Varzim e Esposende, e lamentaram que as candidaturas que apresentam para ajudas financeiras acabem por "ser chumbadas".

Para Francisco Assis, os serviços funcionam, mas, muitas vezes, "sem capacidade de resposta adequada".

Por isso, reconheceu que os organismos do Estado ligados à agricultura "têm que ser melhorados", prometendo dar "particular atenção" a esta matéria na próxima legislatura.

"Esta actividade tem que ser entendida do ponto de vista empresarial", mas isso só é possível, não apenas com o "empenhamento de quem produz, mas com apoios e incentivos dos serviços públicos", frisou.

E porque esta é uma área em que "deve dar-se um salto" em Portugal, "há mudanças a fazer", declarou ainda o cabeça de lista pelo PS.

A terminar, os produtores sustentaram ainda que as médias e grandes superfícies em Portugal "deveriam ser obrigadas a comercializar um determinado volume de produtos hortícolas nacionais".

Algo que iria contribuir para a "rentabilidade e crescimento" de uma área onde as pessoas, de dia para dia, estão a "empobrecer alegremente".

Fonte: Lusa
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